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INFECÇÕES PRÉ-NATAIS II (INFECÇÃO HERPÉTICA (MANEJO (Evitar primoinfecção…
INFECÇÕES PRÉ-NATAIS II
INFECÇÃO HERPÉTICA
INTRODUÇÃO
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Caracteriza-se por persistir latente após primoinfecção e reativar-se periodicamente, :arrow_up: na gestação
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Transmissão pelo contato com lesões abertas (sem lesão, pode transmitir mas população viral menor)
QUADRO CLÍNICO
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Fase prodrômica típica :arrow_right: aparecimento de vesículas que ulceram e coalescem; Dura média de 7-10d
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Prostação, cefaleia e mialgias podem ocorrer;
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Infecções recorrentes tendem a ser mais rápidas, menos intensas e localizadas e :heavy_plus_sign: HSV-2
INFECÇÃO FETAL
:warning: Se no ínicio da gestação, é geralmente fatal - aborto
Quando mais tardia, associada a mortalidade fetal aumentada, TPP, CIUR e malformações que, em geral, são de difícil detecção na ecografia
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Transmissão para o bebe :arrow_right: pode ser intraútero ascendente (RUPREME), canal de parto infectado ou contato com lesões ativas ou secreções infectadas após o parto
Doença no neonatal geralmente disseminada, com predominância de alterações neurológicas; 70% morrem em 6-10d se não tratados e restante sobrevive com sequela
Gestante com passado de herpes, porém sem recorrência na gravidez, :arrow_down: chances de doença neonatal
DIAGNÓSTICO
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Confirmado, se possível, com cultura viral
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MANEJO
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Casos graves, pode-se usar aciclovir 200 mg VO 5x/dia 7-10d e 400 mg 3x/dia 7-14d na primoinfecção
Vaciclovir opção, 500 mg 2x/dia 5 dias
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Situações com febre alta, dor intensa, retenção urinária, tpp ou suspeita de rupreme e alteração da função renal associadas a lesões vulvares e cervicais devem ter manejo hospitalar e rastreio para HSV
Prematuridade vs risco de infecção fetal :arrow_right: se manejo conservador, corticóide + aciclovir IV 5 mg/kg 8/8h
Tratamento supressivo em caso de recidiva frequente - a partir da 36º semana (diminui emissão viral ao nascimento, lesões no momento do parto e número de cesáreas por recorrência clínica de herpes genital)
Via de parto :arrow_right: história de herpes porém sem lesões, parto vaginal e não realizar culturas de rotina (1), lesão de trabalho de parto, cesariana pode reduzir o risco (se rupreme - cesarea) (2), lesão a termo, fora de trabalho de parto e membrana íntegra - tto supressivo (3)
CITOMEGALOVÍRUS
INTRODUÇÃO
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Vírus de baixa infectividade, mas disseminação alta devido ao período prolongado de excreção viral pela pessoas infectadas
Transmissão via respiratória, contato secreções infectadas (urina, sêmen e secreção cervical) ou verticalmente
QUADRO CLÍNICO
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Hiperemia, mal-estar, mialgias, artralgias, faringite e linfadenopatia
DANOS FETAIS
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Infecção congênita assintomática (90%), sendo que 10-20% desenvolvem sequelas neurológicas tardia (surdez + comum) até malformações incompatíveis com a vida (12% morre período neonatal e 30% geral)
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DIAGNÓSTICO
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Cordocentese ou amniocentese para cultura viral :red_cross: ( :heavy_minus_sign: não afasta doença e :heavy_plus_sign: não indica a gravidade)
TRATAMENTO
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Cesariana não traz benefício, aleitamento ao recém-nascido a termo, não há restrição (anticorpos leite materno - assintomática); Porém se doença contraída ao longo da amamentação :arrow_right: suspender
VARICELA
QUADRO CLÍNICO
Na gestação pode cursar com pneumonia grave (20%), o que leva a mortalidade > 40%
Quadro gripal (febre e mal-estar) seguido por rash cutâneo pruriginoso, com evolução rápido para máculas e pápulas vesiculosas e crostas
INFECÇÃO FETAL
Risco 0,2-2% se durante as primeiras 20 semanas
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Síndrome varicela congênita :arrow_right: membros hipotróficos, microcefalia, hidrocefalia, catarata, RCF e retardo mental
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INTRODUÇÃO
Altamente contagioso e disseminado pela inalação de partículas ou por contato com lesões infectantes
Acomete 90% das crianças com período de incubação 15d com transmissão 2 dias antes do aparecimento do rash até completa resolução das lesões
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DIAGNÓSTICO E TTO
Aciclovir 800 mg 6/6h por 5d VO, utilizar dentro de 24h do inicio do sintoma
Imunoglobulina específica para gestantes não imunes e que foram expostas pela primeira vez durante gestação no período de 10d após exposição
Clínico e se dúvida, PCR das lesões de pele + IgM específica fase aguda e se confirmado, PCR do LA ou sangue fetal por amniocentese ou cordocentese