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Seção 4: Para um quadro teórico crítico (Cap. 8: Práticas letradas e mitos…
Seção 4: Para um quadro teórico crítico
Cap. 7: Um olhar crítico sobre Walter Oug e a "grande divisão"
Divisão
oralidade x letramento
Oral
: formulaico, conservador, empático e situacional
Letramento
: abstrato, analítico, distanciado, objetivo
Letramento como transição
pré-lógico para lógico
Níveis de análise das teses de Ong
Empírico
quais seriam as provas empíricas do letramento?
Teórico
necessidade de empregar um modelo de comunicação que leve em conta a mescla de letramentos diferentes em um único contexto
Metodológico
"se eu fosse um cavalo"
representação de culturas orais como do 'passado'
Possibilidade de abordagem mais produtiva
Investigar
relações
entre
Eventos e práticas de letramento
Convenções orais
Cap. 8: Práticas letradas e mitos do letramento
Crítica a autores que tentam apresentar letramento e oralidade como parte de um contínuo mas que
ainda seguem a 'grande divisão'
Modelo
ideológico
: encapsula aspectos cognitivos e técnicos da leitura e escrita em
todos culturais e estruturas de poder
Ideologia: lugar de
tensão
entre
autoridade e poder
resistência e criatividade individual
operada por uma variedade de práticas culturais
Conceituações
Práticas de letramento
comportamentos e conceitualizações relacionados ao uso da leitura e/ou da escrita (incorporam não só eventos de letramento mas modelos populares desses eventos)
Práticas comunicativas
): “as atividades sociais por meio das quais se produz linguagem ou comunicação”, “o modo como essas atividades se encaixam em instituições, ambientes ou domínios
Letramento como prática comunicativa
Eventos de letramento
“qualquer ocasião em que um fragmento de escrita integra a natureza das interações dos participantes e seus processos interpretativos” (Heath)
Street: Ideal seria
interface
entre
Discurso e método etnográfico
Teorias linguísticas e antropológicas
"
Lições
" do capítulo
necessidade de ultrapassar ideia que relaciona
língua oral e situações sociais (contextualizadas)
língua escrita e autonomia/independência
Letramento não pode ser separado da oralidade com base em critérios de coesão ou de conectividade
superar tais crenças possibilita construir
novas direçõe
s para a pesquisa e a prática de letramento